OPINIÃO E CONHECIMENTO DOS ACADÊMICOS DE NUTRIÇÃO DA CIDADE DE FOZ DO IGUAÇU SOBRE DOAÇÃO E TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS

Carline Achtenberg, Edinara Colle, Juliana Kienen Hirai, Vanessa Nandi, Fabiana Moya

Resumo


O presente trabalho tem como objetivo avaliar a opinião sobre doação e transplante de órgãos dos acadêmicos de nutrição da Faculdade União das Américas da cidade de Foz do Iguaçu- PR. Foram entrevistados através de um questionário contendo 7 perguntas alternativas 45 acadêmicos de distribuição similar em idade, sexo, padrão socioeconômico e escolaridade. A maioria dos entrevistados (75%) gostariam de ser doadores, tendo como o principal motivo o desejo de salvar uma ou mais vidas, porém, os principais motivos que levam  os entrevistados a  não serem favoráveis à doação de órgãos, são a incerteza do diagnóstico de morte encefálica e o comércio ilegal de órgãos, demonstrando falta de confiança na medicina e no sistema de captação e distribuição de órgãos. 91% dos entrevistados foram favoráveis a proposta de Chico Brasileiro, na qual sugere que as famílias doadoras devam ficar isentas da taxa referente ao serviço funerário, sendo um estímulo para as famílias serem doadoras e assim, diminuir a fila de espera no Paraná. Outro ponto positivo, foi que mais da metade dos entrevistados já dialogaram com seus familiares e esclareceram o desejo por serem ou não doadores, porém, esperava-se que o diálogo à respeito do tema fosse mais abrangente entre os familiares, mas muitos precisam ainda definir  a opinião a respeito de doação e transplante de órgãos. Embora 75 % são favoráveis a doação de órgãos, 98% dos acadêmicos receberiam um transplante, mas desses, 23% não doariam, tal fato demonstra a necessidade de se divulgar e tornar abrangente este tema, tirando as dúvidas da população, que por algum motivo possue medo, insegurança e até mesmo, falta de informação quantos aos procedimentos realizados para tal fim.


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